Deu no G1: Kung fu virtual agita primeiro dia da Campus Party

‘Kick ass kung fu’ reconhece socos e chutes do jogador.
Projeto criado na Finlândia pode ser testado na feira de tecnologia.
“Kick ass kung fu? foi criado na Finlândia e vem sendo desenvolvido a cada ano, diz Ari Nykänen, um dos responsáveis pelo projeto. Ele lembra que os jogos do Commodore 64, um dos primeiros videogames da história, foram uma boa referência para a criação do game e não descarta uma versão comercial do projeto.

Finlandeses Ari Nykanen e Mikko Lindholm trouxeram o ‘Kick ass kung fu’ para a Campus Party.
Casa nova
Até o dia 17, o prédio da Bienal será a casa de cerca de três mil pessoas que se inscreveram na primeira edição brasileira do Campus Party, referência para os “geeks” (fãs de tecnologia) no verão Europeu. A versão brasileira do evento terá cobertura completa do G1.
Os visitantes inscritos, que podem levar computador e ficar acampados em barracas, vão participar de competições de games, oficinas de astronomia e música e palestras sobre software livre e internet.

Evento deve reunir cerca de três mil pessoas; participantes começaram a chegar nesta segunda.
Em sua estréia no Brasil, o evento será dividido em duas partes: exposição e arena. A exposição será aberta ao público e terá palestras, mas não dará acesso à arena, onde o evento realmente “acontece”.
É na arena que vai ficar o participante que se inscreveu pelo site do evento e pagou a taxa de R$ 100. Ele poderá acampar na Bienal durante a semana, levando computador e itens pessoais para “sobreviver” entre as atividades e competições on-line. A programação da Campus Party está disponível no site oficial em formato PDF.
Estão confirmadas palestras de Steven Johnson, que lançará livros sobre comunicação digital, Jon “Maddog” Hall, célebre programador de Linux, e de Marcos Pontes, o astronauta brasileiro. Nicholas Negroponte, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), e o físico Stephen Hawking são outros “padrinhos” que já participaram do evento em anos anteriores, mas não virão para o Brasil.
Lan-house gigante

Participante cuida do equipamento (esq) enquanto aguarda início do evento.
A arena de games da Campus Party vai oferecer oficinas, campeonatos e atividades envolvendo jogos como “BioShock”, “Crysis” e “Fifa 08″. As oficinas vão dar instruções práticas de como “ajustar o computador para jogos” e até “criar uma tela LCD para monitorar atividades do micro”.
As competições que acontecem durante a semana vão reunir os participantes em 12 jogos, de “Call of duty 4″ a “Need for speed pro street”. O torneio de “Counter-Strike”, segundo comentários nas comunidades de jogadores, seria cancelado devido à proibição da venda do jogo no Brasil. A organização do Campus Party, porém, não se pronunciou oficialmente.
Marco Quesada é o responsável pela organização da “lan-house” gigante, que promete três mil tomadas e entradas de internet para os prováveis três mil inscritos. Quem preferir deixar o computador em casa vai poder alugar uma máquina quando chegar ao “acampamento”.
Marco organiza essas reuniões (em inglês, “lan party”) desde 2000, e já participou de eventos como a World Cyber Games (WCG), uma das referências do ciberesporte mundial. O alcance da balada “tech” que nasceu na Espanha, porém, é maior. “A WCG caberia dentro da Campus Party”, compara Marco.
Foto: Renato Bueno/G1









[...] Publicado por Cortador on 13, Febrero, 2008 Sigue la Campus brasileña ofreciéndonos bonitas imagenes, y en su tercer día nos encontramos, en su apartado para los videojuegos uno muy curioso sobre el Kung Fu, y es que como si de un mando Wii se tratara el juego reconoce tus propios movimientos aplicándolos al muñequito que te representa dando palizas de aupa. [...]
(Campus Party Brazil)Día 3:modding, juegos y mucha diversión « No tengo iPhone… — quarta-feira, 13 fevereiro 2008 @ 4:16 pm