Comunicação como deve ser: para todos

O pessoal do Centro de Cultura da Juventude (CCJ) está na CP para mostrar à galera como é desenvolver comunicação compartilhada, fazendo com que a juventude, efetivamente, ponha a mão na massa. No espaço montado no segundo pavimento, ficam disponíveis à visitação o estúdio, onde todos os dias têm alguma gravação – seja de entrevistas ou bandas – e também as pick ups, que até ajudam os campuseiros a descontraírem na arena, principalmente à noite.
No primeiro dia, já passaram bandas estrangeiras, como as italianas Mr Occhio e Mr 71, o ministro Gilberto Gil , e figuras como o jornalista esportivo Juca Kfouri, Marcelo Tas, Cazé e Luísa, estes dois últimos da MTV Brasil. Os podcasts, inclusive, podem ser conferidos no blog do CCJ.
E amanhã (sábado, 16) vai rolar o CCJ Visita: Campus Party, das 13 às 17 horas. A atividade vai ter a participação de 40 jovens das comunidades atendidas pelo Centro, que fica na Vila Nova Cachoeirinha, na Zona Norte de Sampa.
Para o dj e integrante da área de planejamento e montagem do CCJ, Alexandre Ricardo, a proposta é trazer a galera que, infelizmente, não teve grana para pagar a entrada da festa. “Vai ser bacana porque o pessoal vai poder circular por todas as áreas do Campus Party e, dessa forma, obter informação sobre o que está acontecendo aqui?.
Quem tiver alguma contribuição de áudio ou vídeo ou, até mesmo precisar de ajuda na hora da edição, pode dar uma passada lá e conversa com o pessoal.
Contribuição: Mônica Ribeiro e Ribeiro (Apoio)









Um evento que descortina o futuro não podia deixar de fora os que não puderam pagar a festa. A presença dos centros de cultura traz credibilidade a tantas frases ditas nos corredores da campus party a respeito dessa festa ser da solidariedade, da abertura pela democratização do saber.
Mariah — sábado, 16 fevereiro 2008 @ 12:45 am