Arquivo da Categoria ‘Informação Geral’

Intel Extreme Masters bombando na Campus

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Um dos lugares mais disputados da Zona Expo, na #cpbr5, é a arquibancada do Intel Extreme Masters, campeonato de games que reúne os melhores jogadores do mundo, vem ao Brasil pela primeira vez em 2012.

A competição está acontecendo durante toda a Campus Party. Os gamers, que foram classificados em seletivas anteriores da competição, irão disputar a premiação de US$ 21.000,00 em dinheiro e duas vagas para a final mundial do Intel Extreme Masters, para o jogo de estratégia em tempo real StarCraft II.

Os brasileiros classificados, Renan “Tunico” Gilhelm da Silva, 19 anos, de Jundiaí, e Aderson “Potiguar” Jamier Santos Reis, 27 anos, de Natal, disputarão com quatro norteamericanos, quatro europeus, três coreanos, dois sulamericano e um chinês, considerados os melhores jogadores do mundo de StarCraft II.

O campeonato de StarCraft 2 será disputado por 16 dos melhores jogadores do mundo. O campeonato será estruturado em quatro chaves de quatro jogadores cada. Os oito melhores classificados (dois por chave) irão para as quartas de final, que será definida em apenas uma rodada. O campeonato segue nesse formato até a grande final, com a semifinal e a final definidas em apenas uma rodada.

É emoção garantida até o final, e você pode fazer parte disso! Visite o Intel Extreme Masters na nossa Zona de Expo que funcionará de hoje até sábado (11/02) sempre das 10h às 21h!

Demi Getschko fala sobre IPv6

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Durante a #cpbr5, milhares de campuseiros estarão conectados em uma mesma rede mega veloz que contará com IPV6 nativo. Mas, considerando estas condições, será que existe outro lugar melhor para testar a tecnologia IPv6 se não durante o maior acontecimento tecnológico do mundo? Claro que não!
Por isso, em parceria com o Comitê Gestor da Internet no Brasil, seremos a sede oficial da Semana IPv6, oferecendo dias inteirinhos de dedicação a esta nova e importantíssima tecnologia. A Semana conta com a participação de portais Web, provedores de conteúdo, provedores de acesso e serviços Internet e usuários finais.

Na manhã de hoje, conversamos com Demi Getschko, Conselheiro do CGI.br (Comitê Gestor da Internet noBrasil) desde 1995 e Diretor-Presidente do NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação) desde 2006, sobre a Semana IPv6, que acontece na #cpbr5.

Confira:

O que é o IPv6:

Demi Getschenko: Nós teremos uma troca de celulares em São Paulo porque os oito números não cabem mais nos celulares. Da mesma forma, o IPv4 não cabe mais nas novas máquinas que estão chegando. Haverá uma adição de númeração muito mais ampla, que é o IPv6, em relação à numeração que já está esgotada.

Qual a importância de termos uma semana de discussão sobre o IPv6 dentro da Campus Party?

Demi: O IPv6 traz algumas variações em relação ao IPv4. Primeiro, eles não são compatíveis, trata-se de protocolos diferentes. Então, se você entrar na rede agora, ganhará o IPv6, pois será um novo usuário e não existe mais IPv4 disponível. É importante que todos que todos que têm serviços na rede (seus provedores, o Imposto de Renda, sites do governo… o que for) estejam preparados para atender a demanda de usuários que chegam com o IPv6. A ideia dessa semana é comunicar a essas pessoas que de fato o IPv4 acabou e que temos que atender tanto o velho IPv4 quanto o novo IPv6 e que os novos usuários não vão querer encontrar uma rede pela metade, onde só alguns protocolos funcionam. Quem está na rede e presta serviços tem que ficar atento a adicionar o IPv6 a sua rede de serviços.

De um ano para cá muito tem se falado sobre o IPv6. O que mudou desde seu início?

Demi: O IPv6 foi desenvolvido há 10 anos. Em 2011 tivemos o dia do IPv6, esse ano temos a semana do IPv6. Está ficando claro que temos que nos mexer, estamos saindo da zona de conforto para a implantação desse novo protocolo.

Keep Calm and Procure a Vanzolini

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Você olha ao seu redor e o campuseiro à sua direita está rindo sozinho com o número de downloads e uploads que consegue fazer em tão pouco tempo. Do seu lado direito, um gamemaníaco delira enquanto joga on-line com outras milhares de pessoas em uma velocidade super-mega-ultrarrápida sem uma travadinha sequer. Enquanto isso, você não consegue nem carregar uma “fotinho” no seu computador. E agora, José?

Pode ser um simples problema de conexão ou cabo de rede, e desde a primeira edição a Fundação Vanzolini é responsável pelo cabeamento de internet da Campus Party. Se tiver algum tipo de problema relacionado a isso, procure-nos na Ilha de Apoio Tecnológico Fundação Vanzolini, ao lado do OVNI.

“Marcas podem ser pessoas?”, a pergunta marca o início da #cpbr5

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

A #cpbr5 se inicia com um debate sobre a pressão para que as marcas assumam personalidade humana no mundo das mídias sociais. Como lidar com essa contradição? A discussão sobre o posicionamento das marcas nas redes sociais foi travada com gente que entende muito do assunto.

Nizan Guanaes, um dos publicitários mais premiados do mundo, dividiu o palco com Marcos Hiller,  Gerente de Marketing do BankBoston e como Coordenador de Comunicação do Grupo Santander Brasil; Keid Sammour, xamã na CUBOCC, além de Jaime Troiano, sociólogo e engenheiro químico, presidente do Grupo Troiano de Branding. A mediação ficou por conta de Jacqueline Lafloufa, jornalista de tecnologia e editora do Blue Bus.

Respondendo a pergunta que intitula o debate, Nizan Guanaes foi enfático: “As marcas devem ter sua personalidade, sua integridade e sua opinião. Porém, não acho que devam se comportar como pessoas. Isso pode parecer falso”. Isso porque “não devemos criar falsas expectativas no consumidor ou entrar em áreas que não nos competem”.

Se marcas não devem se comportar como pessoas, também não devem mimar o consumidor de modo enfático demais. “As pessoas não querem que uma marca ‘puxe o saco’ delas, mas que se relacione, respeite, dê vantagens claras e entenda, de fato, o consumidor”, destaca Marcos Hiller.

Nizan Guanaes marcou presença na Campus Party Brasil 2012 no dia que inaugura as atividades na Arena

Jaime Troiano lembra a importância do planejamento, “que deve integrar todos os pontos de contato da marca com o consumidor”. E, segundo ele, isso é mais importante do que focar em determinadas plataformas. Ainda nesse sentido, vale lembrar da dimensão que as mídias sociais têm tomado na comunicação das marcas.  “Redes sociais são ferramentas poderosas para fazer pesquisa com o consumidor, atuar como CRM, fazer publicidade por meio de aplicativos… isso é muito mais importante do que ganhar likes”, explica Ked Sammour, da CUBOCC.

Ao que tudo indica, o grande desafio é saber até que ponto as marcas podem adquirir trejetos de pessoas. A mesa concorda que é preciso tentar humanizar as marcas de maneira interessante, clara e sincera - situação que não tem acontecido de forma ideal até hoje. Os campuseiros também colocaram lenha no debate, lembrando uma situação que parece cada vez mais comum hoje em dia: marcas estão querendo ser pessoas e pessoas estão querendo ser marcas, o que parece estranho em ambos os casos.

Mas, se pessoas e marcas não se confundem, ainda assim podemos dizer que há uma grande interação entre as características de ambas. “As marcas que a gente consome ajudam a montar nosso self e constroem nossa personalidade”, destaca Sammour.

O debate se encerrou com uma bela colocação de Jaime Troiano: “Com o passar do tempo, ficamos cada vez mais parecidos com nós mesmos. Isso vale para pessoas e também para as marcas”.

Folha desafia campuseiros a criar aplicativo em HTML5

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Folha lançou um desafio aos amantes da tecnologia que estão acampados no Anhembi, em São Paulo, para a 5ª edição da Campus Party: criar um aplicativo na linguagem HTML5.

O concurso é exclusivo para os campuseiros, que estão convidados a desenvolver um app de entretenimento que utilize a base de dados do “Guia Folha“, o suplemento semanal de lazer do jornal.

Uma comissão definida pelo jornal avaliará os aplicativos dos campuseiros. O app escolhido receberá uma proposta de compra de R$ 5.000.

Os detalhes para a produção do aplicativo estão disponíveis nesta página: http://www1.folha.uol.com.br/tec/1043098-veja-os-detalhes-do-desafio-da-folha-de-criacao-de-web-app-na-campus-party.shtml

Boa sorte e mãos ao teclado!

Palestra de John Klensin é cancelada

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

John Klensin foi um de nossos grandes destaques anunciados para a Campus Party Brasil 2012. O pesquisador do MIT era atração confirmada no Palco Principal hoje.

Infelizmente, por problemas com o visto de entrada no Brasil, John Klensin não conseguiu comparecer na Campus a tempo, o que não nos deixa outra alternativa senão cancelar a atração.

Mas a #cpbr5 não para e ainda temos dezenas de conteúdos apresentados por quem sabe o que diz. Aproveite essa semana para absorver e compartilhar conhecimentos!

Hoje às 23h30 tem Cerimônia de Abertura da #cpbr5

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Os portões do Anhembi foram abertos hoje e com eles uma gigantesca gama de conteúdos que estarão na agenda a partir de amanhã. Mas, para oficializar os trabalhos da Campus Party Brasil 2012, às 23h30 teremos a Cerimônia de Abertura, no Palco Principal. E depois, para animar ainda mais os campuseiros, temos um show bacanérrimo da banda Game Boys.

Agora, se você ainda não chegou ao Anhembi - ou pior: vai perder de acompanhar in loco a #cpbr5 -, ainda existe uma chance de ficar por dentro do que rola desde o comecinho da Campus. Assista tudo por streaming através da Campus Live!

UOL traz Hugo Hoyama e Robo Pong a Campus Party

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Sabe o que é ainda mais interessante do que o robô dançarino? É o RoboPong que o UOL prometeu trazer esse ano para a Campus Party.

Além do robô, o UOL contará com a participação de Hugo Hoyama, campeão pan-americano com 10 medalhas de ouro no tênis de mesa. Hugo fará uma demonstração no dia 08/02 das 14h às 16h.
O UOL ainda prometeu diversas iniciativas interessantes:

- Brindes que serão distribuídos pelo PagSeguro e UOL Cloud.

- TodoDesconto irá oferecer uma promoção relâmpago.
Não deixem de conferir tudo que o UOL preparou este ano. Eles garantiram que todo mundo irá querer fazer barba, cabelo e bigode no espaço UOL.

Passe no espaço UOL e aproveite!

Júnior Messias é o primeiro campuseiro de 2012

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

O primeiro campuseiro já entrou no Anhembi! O estudante de Sistemas de Informação da Unic, Junior Messias foi o primeiro da fila e já está devidamente instalado na Campus Party Brasil.

Junior veio de Cuiabá direto para sua primeira Campus Party. Em sua primeira vinda a São Paulo, o estudante chegou na fila às 6h de domingo. “Não esperava ser o primeiro campuseiro. Cheguei em Congonhas e vim direto para cá”, revela.

O maior interesse de Júnior é na área de games e desenvolvimento. “Quero saber mais sobre o sistema IPv6 e pretendo ficar na Campus até o último minuto”, disse o campuseiro que certamente estará de olho na Semana IPv6.

Neil Harbisson, primeiro ciborgue reconhecido no mundo, estará na #cpbr5!

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Ele nasceu com uma deficiência que lhe impedia de ver as cores. Conhecida como acromatopsia, a tal deficiência fez de Neil Harbisson o primeiro cyborg reconhecido no mundo. E, também por isso, um dos grandes destaques da Campus Party Brasil 2012. Não entendeu nada? Calma que a gente explica.

Desde que nasceu, em 1982, Harbisson enxergava o mundo em preto e branco. Ele cresceu em Mataró, na Espanha, onde estudou música, dança e teatro. Aliás, aos 11 anos já compunha músicas no piano - apesar de ser conhecido na escola como uma criança “lenta”, justamente por sua falta de percepção cromática. Aos 16 ele entrou foi estudar arte no instituto Alexandre Satorras, onde recebeu permissão especial para usar apenas preto, branco e cinza em seus trabalhos.

Em 2001 foi para a Irlanda estudar piano e, no ano seguinte, mudou-se para a Inglaterra para estudar composição. Foi lá que, em seu segundo ano na Dartington College of Arts, Harbisson começou a se interessar por cibernética. Foi então que, inspirado por Adam Montandon, começou a trabalhar no projeto “Eyeborg”, em 2003.

Na execução do “Eyeborg”, Harbisson memorizava frequências e relacionava cada um com uma cor diferente. Através de um chip inserido em seu cérebro, e uma câmera frontal, ele passou a ouvir as cores. Isso mesmo!

O título de cyborg veio de uma maneira, no mínimo, inusitada. Em 2004, ao renovar seu passaporte, foi informado que não poderia tirar a foto com o tal equipamento eletrônico na cabeça. Então, ele alegou que o Eyerborg fazia parte de seu corpo, com depoimentos de amigos, de seu médico e da Universidade. Seu passaporte acabou sendo aceito. E, por consequência, a condição de cyborg. Segundo Harbisson, é a união do chip com seu cérebro que fazem dele um cyborg, e não o que é mais visível, ou seja, a ligação do Eyeborg com sua cabeça.

Mas o cyborg não é reconhecido apenas por sua condição. Apesar de jovem, Harbisson também possui uma sólida carreira criativa. Nas artes plásticas seu foco é na relação entre cor e som, além do envolvimento entre os humanos e as cores. Em seus chamados “Sound Portraits” ele retrata pessoas a partir do som de seus rostos. Seus modelos incluem Príncipe Charles, Leonrdo di Caprio, Al Gore e Woody Allen.

Seu trabalho na música não é menos importante. O piano é o grande companheiro desde que o cyborg se conhece por gente. “É um instrumento preto e branco, perfeito para mim”, brinca.

Com tanta história bacana para contar, você vai ser maluco de perder Neil Harbisson na Campus?